VÍDEO: Especial mil inscritos + TOP 10 músicas cristãs nacionais

Oi, gente! Tudo bom? 😀

FINALMENTEEEEE! Vídeo comemorativo dos MIL inscritos do canal + TOP 10 músicas cristãs preferidas de todos os tempos! Esse vídeo é pra vocês, que fazem o canal crescer a cada dia e acompanham meu trabalho com tanto amor e carinho! OBRIGADA, PESSOAL! Agora venham comemorar comigo! 🎉🎈🎁💙

Músicas mencionadas no vídeo:
1. Claudio Claro – Pão da Vida: https://www.youtube.com/watch?v=Cd9Ua1T5sPc
2. Leonardo Gonçalves – Livre Sou: https://www.youtube.com/watch?v=-J86X0FCWig
3. Diante do Trono – Descanso em Deus: https://www.youtube.com/watch?v=UaRxRcr43cQ
4. PC Baruk – Basta a Ti Clamar: https://www.youtube.com/watch?v=JLwCXNPjkgs
5. Aline Barros – Poder do Teu Amor: https://www.youtube.com/watch?v=Tdp37N6t6AQ
6. Os Arrais – Oração: https://www.youtube.com/watch?v=eCxVcZYNw9Q
7. Fernanda Brum – Quando o Amor Toca o Coração: https://www.youtube.com/watch?v=dxNb0XlvIwg
8. Daniel Ludtke – Confissão: https://www.youtube.com/watch?v=6h3w_0rJCGg
9. Ana Paula Valadão – O Valor de um Amigo: https://www.youtube.com/watch?v=8yK052S4kwA
10. Palavrantiga – Pensei: https://www.youtube.com/watch?v=cW6Kcp8jjog

Deixe um comentário e eu responderei com muito carinho! Me siga nas redes sociais:

YouTube Instagram Facebook Snapchat  Twitter

VÍDEO: Entenda o que você escuta: This is Amazing Grace – Phil Wickham

Oi, gente! Tudo bom?

Recentemente saiu no canal mais um episódio de ~Entenda o que você escuta~ e foi com música linda e cantora maravilhosa! Viciei em Lauren Daigle após uma indicação feita por uma inscrita e a artista faz uma participação especial no vídeo nos trazendo a canção do dia: This is Amazing Grace, do Phil Whickham. Vem que tem análise, tem vocabulário, tem aula e tem aquela união linda que a gente ama: MÚSICA + INGLÊS! Ah, deixe sua sugestão musical e eu a guardarei com muito carinho! 😍📝💙

Para se inscrever no canal, é só clicar aqui! E não esquece de ativar o sininho para receber notificações dos novos vídeos. 😉

Review: Coldplay – A Head Full of Dreams (2015)

HOJE, É HOOOOOOOOOOJE!  ❤

coldahead2

E é hoje que o A Head Full of Dreams chega até nós (oficialmente rs), sendo o sétimo álbum de estúdio do nosso amado Coldplay! Devo confessar que minhas expectativas para o lançamento não estavam exatamente as mais altas, considerando toda a sonoridade pop que a banda adquiriu no decorrer dos últimos anos, o último álbum lançado (Ghost Stories – tem review aqui!), que dividiu minhas opiniões, e o primeiro single do novo trabalho, Adventure of a Lifetime, que inicialmente considerei uma musiquinha de farofa bem doida. Para minha alegria, eu estava BASTANTE errada. Subestimei minha banda favorita e uma das razões que a fazem ser minha banda favorita: sua capacidade de entregar essência e verdade nas músicas, não importa o gênero. Sendo assim, é com um sorriso no rosto que inicio esta review e economizo no ~lanche~ para pagar minha ida ao show que teremos no Brasil em 2016!

O álbum inicia com a canção homônima, A Head Full of Dreams, e devo dizer que não haveria melhor forma de iniciar esta nova era. O instrumental inicial me lembra Life in Technicolor e isso já me conquista instantaneamente, prosseguindo com um clima otimista, alegre e cheio de sonhos e expectativas para o que está por vir. A melodia é bastante agradável e não chega a ser um pop farofa, o que contribui bastante para a minha aprovação. Inicialmente fiz um pouco de cara feia para o “ÔÔÔÔÔ” (que o Chris ADORA, diga-se de passagem), mas ele é tão agradável e encaixou tão bem no todo que agora não só amo como sei que gritarei até perder a voz no show. Birds é uma grata surpresa para os saudosos dos tempos em que Coldplay era uma banda de rock, com referências maravilhosas ao rock alternativo e à sonoridade dos anos 80. Eu acho deliciosa essa batidinha constante da bateria e o riff de guitarra dá um toque especial ao conjunto. A voz de Chris fica em segundo plano e deixa o instrumental brilhar; e ele consegue. Hymn for the Weekend divide opiniões ~pesadamente~: eu gosto, tem gente que odeia e tem gente que diz que ficaria perfeito em um álbum… da Beyoncé. Sinceramente, com as influências que o Chris adquiriu nos últimos anos com ~certas~ amizades, ter uma música assim no álbum era a coisa mais previsível do universo, não é verdade? Eu, como sou uma fã incondicional de pop, rock e do mix entre ambos, posso dizer que HFW é uma música pop muito boa! Só que, talvez, não para todos os gostos. A performance vocal de Beyoncé é discreta, porém bem feita, e a melodia é perfeita para dançar durante o final de semana. Porém, é fato que a letra deixa um pouco a desejar.

Everglow apaixona à primeira escutada, com o piano relembrando os tempos áureos e góticos do Coldplay (sdds ❤ ). A letra mexe diretamente com o meu coraçãozinho e não consigo não ficar melancólica ao escutá-la. A performance vocal do Chris é contida e coerente com a proposta da música, o que a torna simplesmente um deleite. Adventure of a Lifetime é a canção mais ~zueira~ do álbum. Vozinha falando “DEVAGARINHO”? Tem. Letra feliz? Tem. Chris dançando louco no palco? Tem. Inicialmente achei farofa demais, mas hoje em dia curto, danço, imagino clipe na minha cabeça (já que o oficial é levemente sofrível) e sei que vou me jogar muito no dia 10 de abril de 2016. Fun traz de volta a vibe melancólica que Everglow introduziu e, felizmente, um pouco do velho Coldplay também. Apesar da parceria com Tove Lo, não é uma música tão pop quanto poderia ser, e eu definitivamente curto a vibe anos 80 dos arranjos.

Na boa: Kaleidoscope me dá MEDO. Aquela introdução me lembra um circo dos anos 20 e a voz do homem simplesmente me deixa nervosa. A melodia é até agradável, mas o que dizer do final emendando com um culto gospel? Não entendi, migo Chris Martin! Ah, trivia pra vocês: o que o homem estranho recita é um poema escrito por um poeta do Oriente Médio chamado Rumi (obrigada, Wikipedia!). O título é “The Guest House”. Army of One é um pop do Coldplay (sim, já temos um pop característico do Coldplay): vozes estranhas e influências de rap/R&B. Eu particularmente adoro a letra e como a voz do Chris fica mais contida ao final. X Marks The Spot é, sem dúvida alguma, a música mais odiada do álbum (e da carreira da banda inteira?). Eu literalmente consigo ver Chris e Jay-Z em um estúdio fazendo essa música. Migo, vamos escolher melhor as amizades, né? Ou, se vai curtir um rapzinho, fica só escutando mesmo: não inventa de cantar! A coisa toda não só soa bizarramente estranha aos ouvidos dos coldplayers como simplesmente não se encaixa no restante do conjunto. Acho que ela é uma faixa “escondida” por um motivo, não é mesmo?

Preciso confessar: não gostei de Amazing Day nem à primeira, nem à segunda e nem à terceira escutada. Precisei chegar à quarta para me encantar com os arranjos na guitarra apaixonada de Johnny Buckland e me apaixonar pela letra, linda e romântica. Agora já consigo me visualizar gritando o “ÔÔÔÔ” (mais um?) durante o show. E se reclamar, vai ter lagriminha também. Colour Spectrum me lembra os bons e gloriosos tempos de instrumentais transcendentais da era Viva La Vida e é uma boa transição para Up&Up, a grande estrela do álbum, a música que, segundo Chris, eles demoraram quinze anos para escrever. Com uma letra otimista e positiva em relação à vida e ao amor, a última canção do AHFOD também nos traz um lindo arranjo de cordas e uma melodia pop que desemboca em um inspirado solo de guitarra de Johnny. É uma excelente finalização e um compilado da mensagem principal do álbum: “Don’t ever give up”. I see you, Chris Martin!

A impressão que eu tenho é a de que o A Head Full of Dreams conseguiu ser o que o Mylo Xyloto e o Ghost Stories não conseguiram: um álbum pop relevante com um pouco da sonoridade do Coldplay de antigamente. Sinceramente, eu tenho agonia do pop-lentinho-ainda-tentando-ser-rock desses dois últimos álbuns. Em AHFOD, Chris Martin cumpre o que prometeu: um álbum para dançar, se divertir e ser feliz. Notem que a partir do momento em que a necessidade de ser uma banda “de rock” sumiu, o Coldplay entregou seu melhor trabalho em anos. Na verdade, eles nunca quiseram ser uma banda “de rock” ou “de pop”: eles só queriam uma liberdade artística que, com mais de 15 anos de carreira, finalmente veio. E trouxe bons frutos. O AHFOD está repleto de melodias inspiradas, com destaque para a guitarra sempre marcante de Johnny Buckland e a volta da bateria firme de Will Champion (abuso eterno daquelas batidinhas sem graça do Ghost Stories). As letras mostram um eu-lírico que, após superar uma desilusão, se reencanta com a vida e decide não parar de acreditar no amor. Apesar de mais simples que nos tempos áureos do Coldplay, elas cumprem sua função de emocionar e manter viva a essência da banda: entregar verdade nas músicas, não importa o gênero (sim, você já leu isso antes!). Digo com alegria que me surpreendi com esse álbum e basicamente não existe uma música da qual eu não goste (exceto XMTS, que vamos fingir que nunca aconteceu, tudo bem?). Certamente merece reconhecimento e apreciação por parte dos fãs, tanto novos quanto da época do Starfish. E, se isso não acontecer… bem, vamo fazer que nem o Chris e dançar loucamente!

AVALIAÇÃO FINAL:

Melodia: 10 / Voz: 9 / Letra: 8,5

NOTA FINAL: 9,2

Tá apaixonado pelo A Head Full of Dreams também? Surta comigo nos comentários!

Ah, já leu a review do Ghost Stories aqui no blog? (;

coldaheadVenham logo! ❤

Coldplay no Brasil: 6 momentos épicos

coldplay1

*EM CHOQUE* *SURTANDO ENLOUQUECIDAMENTE* *CHORANDO MUITO* *É PENTAAAAA*

Hoje pela madrugada muitos forninhos foram derrubados e muitas vidas ganharam um novo sentido após esse tweet do José Norberto Flesch, reconhecidamente uma fonte confiável de confirmações de shows aqui no Brasil. Diante de tal revelação, os coldplayers perderam um pouco o controle e foi difícil pegar no sono quando tais pensamentos passavam pela nossa cabeça:

https://twitter.com/mrclmonteiro/status/624417871435812864

A vida não é fácil mas não custa nada sonhar, né? E para tentar ~prever~ o que vem por aí na LP7 Tour 2016 Brazil *mds do céu*, vamos relembrar os momentos mais épicos das outras vindas do Coldplay ao Brasil! EVERYBODY OKAY FUNDAO?

1. Trouble – A Rush of Blood to the Head Tour (2003)

A primeira passagem de Chris, Guy, Jonny e Will por terras brasileiras aconteceu em 2003, durante a turnê do segundo álbum da banda, e marcou presença em São Paulo e Rio de Janeiro. Nessa época, a blogueira que vos fala ainda nem tinha ouvido falar dessa banda de Londres, mas certamente já estava apaixonada pela melodia hipnotizante de Clocks (a.k.a. a musiquinha do trailer do filme do Peter Pan). No vídeo acima (uma raridade!), vemos que a banda já tinha uma base de fãs apaixonada e envolvida, que dura até hoje com muito carinho! #blessed

2. Yellow – Twisted Logic Latin America Tour (2006)

Na segunda vinda da banda ao Brasil, Manusinia já tinha se apaixonado por esses 4 meninos lindos, porém, dificilmente uma menina de 15 anos conseguiria ir a um show desse sozinha, correto? *lágrimas* As três apresentações aconteceram em São Paulo e infelizmente não encontrei registro algum desses momentos, portanto, continuamos nossa retrospectiva com uma performance que aconteceu aqui pertinho, na Argentina.

3. Lovers in Japan – Viva La Vida World Tour (2010)

Abigos, a facada no coração é grande. Como superar o show que você tem a mais completa certeza de que seria o melhor da sua vida, mas por motivos de força maior você não pode estar lá? Resposta: IMPOSSÍVEL! 😔 Até hoje sinto uma coisinha triste quando vejo qualquer menção à Viva La Vida World Tour aqui no Brasil, mas pelo menos tem vários videozinhos para aliviar o ~luto~ (ou não). Como esta performance, que registra o momento mais belo dessa turnê que eu sempre considerarei a melhor de todas.

4. Rehab + Fix You – Rock In Rio (2011)

Chegamos à última passagem do quarteto pelo Brasil e eu lembro perfeitamente desse show: a antecipação, a ansiedade e, por fim, a televisão ligada enquanto eu assistia à transmissão dessas performances. Não me arrependo tanto por não ter ido a esse show, mas sem dúvida ele teve momentos memoráveis, como a homenagem singela que Chris organizou para Amy Winehouse, que faleceu há exatamente 4 anos. Impossível não se emocionar!

5. Parabéns ao Chris – Viva La Vida World Tour (2010)

Se tem show no dia do aniversário do Chris (02/03), tem “Parabéns Pra Você” com acompanhamento de Will Freaking Champion! 🎉🎈🎂

7. Chris pichando “Ri❤” no palco em In My Place – Rock In Rio (2011)

Sempre me emociono!

Agora é esperar a confirmação oficial da banda e iniciar toda a loucura de compra de ingressos, passagens e afins. A vida não é fácil para os coldplayers, mas basta assistir a uma dessas apresentações que nós lembramos do porquê fazemos tudo isso, né? We’ll see you soon, Coldplay! ❤

E aí, faltou algum momento inesquecível? Conta pra mim!

Look do Dia: Meu Primeiro Show!

Sem dúvida o post de Look do Dia mais feliz que já fiz até hoje: meu primeiro show! ❤ Gosh, as lembranças desse dia jamais deixarão de ser as mais deliciosas possíveis. E, sendo uma ocasião tão importante, obviamente fui planejando o look com meses de antecedência, me inspirando em uma cantora que já usou roupas badassmente incríveis no palco: Demi Lovato. No dia do evento, fui para o Teatro preparadíssima para fotografar o tal look especial, ação para a qual contei com meu BFF e fotógrafo oficial: Lipe! As fotos saíram muito bonitas e fiquei bastante feliz com o resultado do ~personal self-stylist~ rs. Vamos acompanhar?

fatia3-2

Bem, na minha cabeça o look que eu usei pode ser chamado de “roupa de show” ou “roupa de rock”, visto que eu sempre me sinto em um show de rock quando uso algo assim rs! Falando em figurinos de show em geral, a legging é sempre presente em vocalistas inspiradas, geralmente em cores escuras e às vezes até brilhosas *sonho de consumo, inclusive*. É interessante que essa sempre foi minha roupa de show, mas se a música que eu cantei tivesse sido um MPB ou algo regional, as possibilidades já poderiam abranger vestidos floridos e fofinhos, por exemplo. Tudo depende da sua vibe e do tipo de música que você vai apresentar. No meu caso, rock ‘n roll; logo, legging preta e camisa folgadinha azul!

fatia4-2

Outra coisa que deve ser pensada na hora de escolher o figurino para um show é: CONFORTO. Mano, não dá pra descrever o nível de tensão que você sente quando sobe ao palco e a última coisa em que dá pra pensar é se a calça tá muito apertada ou se o sapato tá incomodando. Inclusive, foi exatamente por isso que eu basicamente escolhi o calçado da apresentação faltando 3 dias para seu acontecimento. Explicações: eu queria muito ter usado uma bota e acabou não dando, daí passei para meu scarpin glamouroso da Usaflex que eu não usava desde Novembro do ano passado por motivos de: ele machuca muuuuuito o solado do meu pé! Logo, eu estava em um momento desesperador: o que calçaria em uma ocasião tão importante? E foi aí que Santa Mamãe apareceu com essa revolução no mundo dos calçados chamada palmilha e basicamente todos os meus problemas se resolveram! Pude usar meu sapatinho antes, durante e até depois da apresentação, não senti incômodo algum durantr a performance e o efeito dele nas fotos e nos vídeos ficou incrível. Lição aprendida: jamais suba em um palco se não tiver subido em um salto!

fatia5-2

A maquiagem é motivo de orgulho pra mim, visto que: eu que fiiiiiiz! Hahaha! Não sabia bem o que faria (olho tudo + boca nada/olho nada + boca tudo/olho tudo + boca tudo) e acabei me inspirando em um tutorial facílimo (TEM que ser) que a Bruna Vieira fez recentemente. Me animei com a praticidade do negócio, testei pela primeira vez no dia do evento (pois a vida tem que ser com ~adrenalina~) e graças aos Céus deu certo rs! Só acho que não deveria ter levado a sombra até a sobrancelha e deveria ter esperado o delineador secar mais (ficou marcando um pouco na pálpebra), mas errinhos de iniciante, né, gente? Essa maquiagem deu um efeito muito bonito nas fotos e destacou bastante o ~olhar. Ah, também coloquei um pouco de sombra marrom abaixo da linha d’água, o que fez com que tudo ganhasse uma vibe anos 70 que eu amei! Escolhi o batom já no carro indo para o Teatro, pois não sabia se colocava meu vermelho característico ou se mantinha a vibe vintage com uma lábio mais discreta. Acabei escolhendo um intermediário: nem tão invisível, nem tão escuro!

fatia2-2-2

O cabelo foi uma benção linda e inesperada: dia do evento, eu atrasadíssima e corridíssima, chego em um salão desconhecido para fazer uma escova. Minha mãe tinha ido nesse são (fica bem pertinho de casa) e dito que havia um rapaz que fazia uma escova excelente. Quando o tal rapaz chega, vejo um homem de 55 anos, quase cosplay de Luiz Gonzaga, que consegue fazer a escova que eu sempre sonhei em menos de 30 minutos. I mean: SÉRIO, eu não poderia ter pedido por mais! Foi mágico, um daqueles casos de paixão instantânea por um cabeleireiro. Não me imagino mais fazendo escova em outro local!

fatia6-2

No final das contas, fiquei muito feliz com o look em geral! O efeito dele nas fotos (e no vídeo) foi lindo, a vibe ficou exatamente como eu queria (uma coisa rock ‘n roll), a interação com a iluminação do local também deu certo (sim, porque até nisso a gente tem que pensar!) e, acima de tudo: eu me senti bem e confiante para viver um dos momentos mais especiais da minha vida. Isso é o que importa, isso é o que faz a gente feliz! ❤

Look

Legging: Renner | Camisa: Zara | Scarpin: Usaflex

Maquiagem

Base: Maybelline | Delineador: Sephora | Conjunto de sombras: Sephora

Batons: Play Peach (Maybelline) + Rosa Elegance (Koloss)

fatia1-3

Fotos: Philipe Campelo

 A apresentação

Relato da apresentação

Minha primeira apresentação!

Não sei com o que fico mais atordoada: o fato de que, há 9 dias, eu fiz minha primeira apresentação solo desde que comecei as aulas de canto ou o fato de que finalmente estou escrevendo este post, há tempos tão sonhado. Agora que finalmente estou mais livre dos 59404954 compromissos da faculdade/formatura, posso me sentar confortavelmente em minha mesinha branca e tentar colocar em palavras tudo que se passou na minha cabeça e no meu coração no dia 20 de junho de 2015. Quer descobrir também? Então vem comigo!

Bem, o que é que se espera de uma pessoa patologicamente ansiosa 1 semana antes da sua aguardada primeira apresentação ao vivo? Sucessivas tentativas de manter a calma e não surtar até o dia do evento, lógico! Ironicamente, não foi bem assim que passei a semana antes do dia 20, afinal, tive tantas coisas para fazer que evitei ao máximo pensar no fatídico dia 20. Na segunda, tive um ensaio com a banda completa e percebemos que realmente precisávamos de um último encontro. Felipe tinha feito algumas mudanças na performance dele com a bateria e eu confesso que fiquei bastante perdida e confusa quanto a algumas entradas, o que me fez chegar um pouco tensa no ensaio extra de sexta-feira. Felizmente, consegui me acostumar com as adaptações dele e concluímos o ensaio com tudo fechadinho, sem nenhuma alteração a ser feita até o dia posterior. Ainda recebi algumas palavrinhas motivacionais do próprio Felipe, o que me ajudou a ficar mais calma (valeu, Felipe!). Logo, fui embora da escola de música com  uma ansiedade irremediável, porém uma certa certeza de que, realmente: tudo iria dar certo.

Após uma prova meio bizarra na sexta à noite, cheguei em casa e finalmente pude focar na ansiedade dos eventos do dia posterior! #blessed Deixei para fazer um último treino sozinha antes de dormir e confesso que fiquei ainda mais certa de uma coisa: não havia mais NADA a se fazer. Técnica vocal? Checked. Performance? Checked. Vibe? Checked. Look para o dia? Checked. Com o que mais eu poderia me preocupar, amigos? Agora era entregar a Deus (literalmente <3) e ir dormir, coisa que eu fiz surpreendentemente bem. No sábado, mal consegui comer. Mas uma coisa era certa: eu estava feliz.

O clima de bastidores é uma coisa interessante. Existe uma ansiedade no ar, uma tensão, uma expectativa, e cada um lida com isso da forma que pode. Eu fiquei andando pra lá e pra cá e conversei com o máximo de pessoas conhecidas possível. Ironicamente, para alguém que se diz tão antissocial, conversar com seres humanos me acalma. Outra coisa que também acalma é perceber a quantos poucos metros você se encontra do palco. Sério: a diferença entre o “por trás das cortinas” e o “espetáculo das multidões” era de 1 metro, no máximo. Isso me acalmou de algum modo, pois eu vi que não precisaria adentrar uma realidade paralela para fazer aquela apresentação. Bastava andar, e isso eu sabia fazer!

2015-06-20 15.45.11

tentandomemantercalmacomsorrisosamarelos.jpg (PS: pra quem nunca tinha visto, esta é Josie!)

Faltando uns 30 minutos para a apresentação, fiz alguns aquecimentos com Josie e treinei a música uma vez, o que me deixou ainda mais calma. Ao sair da salinha, acho que só faltavam 2 apresentações para a nossa. Depois, apenas uma. E, de repente, eu estava no palco. É difícil explicar tudo que você sente nessa hora. Mas um sentimento me marcou nesses minutos pré-show: a sensação de que era isso aí. Não tinha mais como voltar atrás, não havia mais como desistir. Ia acontecer, de um jeito ou de outro. Dando certo ou não. Eu passando vergonha na frente dos meus pais e dos meus amigos ou não.

Ainda bem que nada disso aconteceu.

Quando o primeiro acorde soou, a primeira coisa que eu pensei foi algo que poderia ser traduzido como: LASCOU. Vale dizer que alguns segundos antes eu já tinha incorporado minha vibe rock ‘n roll-girl-badass-empowered-woman (ou, em bom pernambucanês, cara de braba) e aí foi só continuar. Acho que deu algum problema na guitarra, pois senti falta de alguns acordes e por um segundo achei que íamos ter que recomeçar tudo, tanto que parei de cantar rapidamente, olhei pra Felipe, entendi que era pra continuar e fui mimbora. É muito interessante como você toma decisões em frações de segundos em situações assim, né? E, depois disso, os 3 minutos seguintes foram uma junção de: eu curtindo a música + eu me controlando pra manter a estabilidade da voz + eu tentando descobrir como fazer para segurar o microfone com as duas mãos tremendo. Isso a Globo não mostra e ninguém ensina: como é que se segura um microfone quando você tá tremendo toda, pessoal??? Como diriam meus migos crentes pentequinhas: só a graça!

DSC_0095

Rock ‘n roll-girl-badass-empowered-woman (a.k.a. CARA DE BRABA)

DSC_0101

Em um relacionamento sério com: ESTA FOTO ❤

DSC_0107

Batidão de cabelo SIM!

Uma coisa que eu imaginei que fosse sentir e realmente senti foi o alívio desconcertante após falar o último “R U Mine” e Josie seguir com o backing. A sensação só não foi mais libertadora pois, de fato, a apresentação ainda não tinha acabado. E, quando acabou, minha cara mostrou com toda a precisão o sentimento de “ACABOU MESMO? FOI RUIM? FOI MARROMENOS? DEU CERTO? MDS HELP”. Eu e meus coleguinhas de banda agradecemos ao público e voltamos ao anonimato, garantido pelas cortinas verdes do Teatro Beberibe. Lá atrás, a sensação era de vitória, embora o sentimento ainda fosse de nervosismo. Eu ainda estava tremendo e desacreditada. Porém, os elogios me fizeram ter um retorno suave à realidade. Meus bandmates, Josie, outros professores… e enquanto isso eu só conseguia lembrar das 54045954 vezes em que desafinei (pois sou traumatizada com isso). Bem, as pessoas que de fato assistiram à performance estavam dizendo que o negócio foi bom. Agora faltava ouvir o que as pessoas mais importantes do mundo tinham a dizer.

Tão bom se sentir amada por quem a gente ama, né? O primeiro abraço que recebi foi da minha mamãe, surpreendentemente orgulhosíssima de mim e me fazendo lembrar dos tempos em que eu me apresentava na escola/igreja e ela adorava. Sem dúvida, o melhor abraço da noite! Também recebi elogios calorosos dos meus amigos do trabalho, Dani e Elias, que ganharam meu carinho eterno com sua presença por lá. Depois, consegui sentar e, finalmente, começar a respirar após aquelas 18 horas de tensão (sim, pois começaram no dia anterior). Falei rapidamente com meus amores que foram me prestigiar: Lewis, Lipe, Thi e Carol e voltei à minha yoga particular para recuperar a sanidade emocional, tudo isso enquanto assistíamos a uma performance no mínimo bizarra dos Mamonas Assassinas e eu gritava “MEU DOCINHO DE CÔCOOOOOOOOO” em uma tentativa desesperada de voltar ao normal. Yes, I’m THAT anxious.

DSC_4615

Dedico este Grammy a meu pai que sempre brigou comigo quando eu cantei muito alto e a minha mãe que ainda acha que rock é coisa do demo THANK YOU EVERYBODY GOOD NIGHT

DSC_4663

Af mts mozzys em uma foto só ❤

Na saída, tivemos lindos momentos de fotos e sorrisos e elogios e alegria. Eu finalmente estava deixando para trás a ansiedade e começando a curtir o alívio pós-apresentação. Devo dizer, amigos: ele é MARAVILHOSO (especialmente quando, aparentemente, você foi bem rs). Saímos do Teatro, fomos comer sushi e emendamos com uma noite deliciosa de voz e violão na área de lazer aqui do prédio, com uma performance nem tão ruim de Thinking Of You. Eu estava cansada. Minha voz estava fraca. Mas, dentro de mim, havia uma serenidade boa, gostosa, tranquila. A semana caótica finalmente havia chegado ao fim e eu poderia, simplesmente, dormir. Eu só não contava que o sono seria tão bom por saber que um sonho tinha se realizado e eu tinha as fotos e os vídeos como prova irrefutável desse momento. Até hoje, 9 dias depois de tudo, eu ainda sorrio quando olho pra eles. Espero que o mesmo efeito aconteça com os caros leitores agora.

Com vocês, minha primeira apresentação:

PS1: Tem álbum no Fb com mais fotinhas da apresentação! Cliquem aqui para conferir (já deixei em “Público)!

PS2: Fiquei ainda mais certa de que preciso escrever uma crônica para falar melhor sobre todos os sentimentos relativos a esse momento. Vai ter explosão de feelings SIM (e se reclamar tem duas)!

PS3: Que saudade de escrever aqui, af! :~

Aulas de Canto #24, 25 e 26: Ensaios a todo vapor!

Hello, everyone!

Primeiramente, peço desculpas pelo sumiço, caros e queridos leitores. A vida, como sabemos, não tá fácil pra ninguém, e isso me impossibilitou de ter a criatividade necessária para expor aqui o que tem se passado nas minhas aulinhas. Vocês me perdoam? Se sim, cheguem mais que hoje vai ter compilado especial das 3 últimas aulas, a.k.a. ensaios com a banda, já que as Auditions se aproximam e o negócio tá ficando uma crocância só!

Se não, recomendo a leitura de Mateus 18:21-22 e depois a gente conversa (rs).

Ensaio 1

Já cheguei ~nervousa~ na escola pois sabia que finalmente iria conhecer minha banda! Gosh, eu não conseguia parar de pensar nisso. Fui psicologicamente preparada para conhecer as 3 pessoas que me fariam o maior favor do mundo e, ao chegar lá… fiquei aliviada pois só tinha 1 das 3 pessoas: o baixista. Henrique é um adolescente de aproximadamente 15 anos que chegou na minha salinha de aula sorridente e tímido. Ele disse que já tocava R U Mine na sua banda cover de Arctic Monkeys (!!!) e que não tinha ensaiado muito no tom que a gente tá fazendo (minha versão são 2 tons acima da original), ou seja: eu e Josie ficamos esperando algo mais ou menos, ainda no início, precisando de melhoras. Vale dizer que eu tive um pequeno surto antes de começar a cantar e precisei dizer:

-É que eu nunca cantei na frente de ninguém além de Josie, Henrique rs…

Sério, parece que existe uma barreira invisível que você precisa derrubar. E eu consegui. Comecei a cantar e já senti uma atmosfera diferente com o baixo, foi como se a vibe rock ‘n roll estivesse vindo à realidade (já que o ensaio com Josie é só no tecladinho). Foi lindo, you guys. Porém, mais lindo que isso foi Henrique L-A-C-R-A-N-D-O de primeira. Eu e Josie ficamos sem saber o que dizer, só sentir. O menino chegou dizendo que ainda tava aprendendo e simplesmente arrasou lá, me deixando mais segura em relação à apresentação. Ao final, agradecemos bastante a participação dele, e foram agradecimentos mais do que sinceros. Ah, teve um momento em que eu senti que ele estava curtindo a minha performance vocal e isso me deixou bastante feliz! (:

Ensaio 2

Desta vez ensaiamos no estúdio da escola e rolou aquela emoção de estar entrando em um estúdio pela primeira vez (assim, não é um estúdio de verdaaaaade mas tem a vibe à prova de som nas paredes, então a gente considera rs!). Mais uma vez só Henrique veio (sério vei te amo), porém contamos com a participação de Maurício, um professor de guitarra sensacional lá da BL, o que me fez sentir ainda mais a vibe rock ‘n roll all nite! E, caros leitores, devo dizer que ~FINALMENTE~ entendi por que tanta gente inventa essa história de estar em banda: o negócio é BOM! Os erros, as tentativas de melhora, a atmosfera de estar fazendo música… nossa, achei tudo divertidíssimo e delicioso! Inclusive, QUERO MAIS haha! Interessante notar que eu fiquei menos nervosa com mais gente no recinto, afinal, tinha horas em que guitarristas e baixistas tentavam resolver suas divergências e eu ficava lá, com o microfone na mão, apenas observando. Inclusive, HELLO MICROFONE! Desde dezembro que eu não pegava num bichinho desse, tava com saudade de segurar um de verdade (já que os imaginários continuam comigo todos os dias -q) e devo dizer que é bom finalmente poder começar a transformar em realidade minhas performances com o instrumento. Inclusive, seguem fotos do ocorrido:

eusinging

(“Pose de artista”, segundo minha amiga)

eusinging2

cara_de_roqueira_gótica.jpg

Ensaio 3

Adivinhem o que aconteceu nesta semana? Henrique foi… e o guitarrista também! João Pedro (que eu chamei de Lucas ao final da aula claramente devido ao uso de entorpecentes) chegou para a nossa singela banda e já curti o garoto, simpático e na dele. Prof. Maurício acompanhou tudo, já que Josie não pode comparecer ao ensaio, e devo dizer que tô apaixonada pelo trabalho desse professor. Ele não só arrasa na guitarra em si como tem uma didática super tranquila e divertida. Sério, dá gosto ficar perto dele. Tio Maurício, virei sua fã! Inclusive, dito docente ainda deu uma canjinha na bateria, o que fez com que a vibe rock ‘n roll ficasse 90% completa. E, minha gente… que VIBE. Foi TÃO mágico quando a bateria entrou, sério. Alguma coisa aconteceu comigo e eu automaticamente liguei o “dane-se” e comecei a me sentir mais livre para performar e viver aquele momento. It was SICK, e no melhor sentido possível. Meu Deus, eu quero sentir isso sempre. Manda uma banda pra mim, Senhor! :~ #BandForManusinia

Percebam que não comentei precisamente sobre a parte vocal da coisa porque… a novidade de ensaiar com a banda tem sido superior às dificuldades que eu ainda tenho nesse aspecto, sabem? Na verdade, eu posso topicalizar esses probleminhas em 2 palavras: respiração e jazz. Respiração porque a gente tem que manter as tradições e jazz porque tenho tentado incorporar entonações do gênero na performance, o que deixa as coisas mais gostosinhas. Adoro! Ah, vale dizer que tenho melhorado na respiração e a quem devo a culpa disso? Tia Kelly ~FREAKING~ Clarkson! Sério! No novo álbum da Kelly, o Piece by Piece (tem informações sobre ele aqui e aqui e review aqui), as respirações dela ficaram bem audíveis nas faixas de áudio, então o que eu tenho feito? Acompanhado a frequência de respiração dela, lógico! Quando Kellyzuda respira, eu respiro! E isso me fez aprender na prática que, realmente, a gente tem que pegar o ar um pouco antes de o verso começar. Não vale pegar o ar e já morrer cantando, entenderam? Tem que inspirar, guardar o arzinho na barriguinha e só depois soltar a voz. E COMO isso faz diferença! É o segredo que eu tenho usado em R U Mine e tem dado super certo. Glória a Deus por isso! (:

E é isso, amores! Espero que tenham curtido este intensivão-vestibular-feelings sobre as aulinhas e espero que ele ajude vocês em alguma coisa! Ah, um beijo especial para o leitor Vítor, que me enviou o e-mail mais lindo de todas as Galáxias semana retrasada e me fez a blogueira-aspirante-a-cantora mais feliz de todas! ❤

~Palavrinha em inglês do dia~: “Rehearsal”, essa coisa que eu tenho feito toda semana e chamo de “ensaio”.

~Musiquinha do dia~: Porque finalmente parei pra escutar o álbum do Vineyard (Ao Vivo no Hangar) que comprei em Janeiro e cada vez gosto mais dele. Que delícia de CD de louvor e adoração, cheio de melodias gostosas e letras que levam a gente a pensar nas coisas do Céu. Recomendo muito! Uma das minhas favoritas dele (e da vida) é esta: